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Centrais e Movimento Sociais vão realizam mobilização no Congresso Nacional em defesa do mínimo

Publicado em 11 de Fevereiro de 2011 Por ADURN Sindicato

As Centrais Sindicais CGTB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central e UGT junto com os movimentos sociais vão realizar uma mobilização no Congresso Nacional, na próxima terça-feira (15), em defesa do salário mínimo de R$ 580 e da continuidade da política de recuperação permanente. Os sindicalistas irão conversar com os deputados e senadores na ala das comissões e no salão verde.
“O que estamos reivindicando é a continuidade da política de recuperação do salário mínimo que já possibilitou, nos últimos seis anos, aumentos reais ininterruptos que somaram 54%. A continuidade da recuperação em 2011 foi inclusive promessa de campanha. Graças a esta política o Brasil não teve a sua economia arrasada pela crise internacional e o aumento real do mínimo foi a principal iniciativa no governo Lula para o fortalecimento do mercado interno”, disse o presidente da CGTB, Antonio Neto, colocando alguns dos argumentos que serão apresentados aos parlamentares em Brasília.
De acordo com os dirigentes sindicais, a política de recuperação permanente do salário mínimo é fundamental para o desenvolvimento do Brasil, com o fortalecimento do seu mercado interno, para a distribuição de renda e para que a presidenta Dilma Rousseff tenha êxito no seu compromisso de erradicar a miséria no país.
Para as Centrais, o que foi assinado com Lula é um acordo de valorização do salário mínimo e não de correção do salário como está propondo o governo atual, o que significa que é preciso ter aumento real. Para as Centrais o chamado “ajuste fiscal” significa pagar juros e frear o desenvolvimento do país.
No período da crise, vários setores receberam isenção tributária e incentivos fiscais. Agora é o momento dos trabalhadores serem contemplados.
“Não podemos permitir que os derrotados que perderam a eleição de 2010 pautem a economia brasileira e possam pressionar o governo a não atender os trabalhadores”, ressalta Neto.

CGTB -

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