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Todas as medidas de segurança do Enem foram reforçadas, diz Mercadante

Publicado em 31 de Outubro de 2012 Por ADURN Sindicato

 Na véspera da primeira edição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em sua gestão, o ministro Aloizio Mercadante (Educação) afirmou nesta segunda-feira (29) que todo o sistema de segurança das provas foi reforçado.
O exame, que terá a participação recorde de 5,7 milhões de candidatos, possui em seu histórico falhas como vazamento dos testes, problemas na impressão das provas e na aplicação do pré-teste das questões.

"Todas as medidas [de segurança] que existiam foram reforçadas. Todo processo de impressão e pré-teste foram feitos no mais rigoroso padrão de segurança, sem nenhum incidente até esse momento", disse o ministro.

Na presença de seu antecessor no cargo Fernando Haddad, que enfrentou as várias crises da prova, Mercadante demonstrou otimismo e minimizou as falhas no passado. Haddad, prefeito eleito de São Paulo visitou servidores do ministério na manhã de hoje e dedicou a eles a vitória, atribuída ao reconhecimento de sua gestão.

Mercadante disse que está pronto para o desafio.

"Nós agora vamos ter agora no final de semana que vem o Enem e o primeiro Enem a gente nunca esquece. Estamos com grande expectativa de fazer um bom exame e a experiência anterior ajudou a preparar esse novo Enem", afirmou.

Ao final do encontro, Haddad desconversou sobre possíveis conselhos a Mercadante. "Ele já sabe muito mais do que eu. Eu já esqueci tudo. Já passou".

APAGÃO

Além de questões de segurança, o ministro descartou durante a realização das provas problemas de fornecimento de energia elétrica. Na semana passada, Estados do Norte e Nordeste passaram por um novo apagão elétrico.

"Nós trabalhamos inclusive com a previsão de tempo antecipada para poder ter um plano de contingência, se necessário. Estamos muito atentos. Como é um feriado prolongado, vamos ter uma queda de consumo. Não é dia de atividade industrial, de pico de energia. Isso ajuda tanto no trânsito quanto na questão da oferta de energia", afirmou.

Folha

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