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Reitores defendem aulas em línguas estrangeiras no currículo das universidades

Publicado em 14 de Março de 2012 Por ADURN Sindicato

Os reitores das universidades federais defenderam nesta terça-feira (13), a inclusão de aulas em línguas estrangeiras no currículo das instituições de ensino superior brasileiras. Para os dirigentes, a medida ampliaria a internacionalização das universidades do País, um dos requisitos usados para medir a qualidade das instituições por indicadores nacionais e internacionais.
A proposta dos reitores surgiu em encontro organizado pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) para discutir a internacionalização das universidades brasileiras.
Os reitores apontaram também como aspecto importante criar mecanismos para diminuir as dificuldades enfrentadas por estudantes africanos que participam do Programa Estudantes Convênio de Graduação (PEC-G), do Governo Federal. O programa oferece vagas em universidades brasileiras para estudantes estrangeiros de países em desenvolvimento. Muitos, apesar de virem de países que tem o português como língua oficial, tiveram outro idioma nativo, apontaram os dirigentes. Os reitores discutiram ainda os desafios para a implementação do programa Ciência Sem Fronteiras, também do Governo Federal.
Entre os convidados do seminário estavam a assessora especial do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação, Ana Lúcia Gabas, e a conselheira da Divisão para Temas Educacionais do Ministério das Relações Exteriores, Almerinda Carvalho. Também presente, o diretor da Divisão para a Ciência e Tecnologia da Casa Branca, John Holdren, analisou as relações entre o Brasil e os Estados Unidos. Nesta segunda-feira (12), ele falou sobre o tema em palestra na Universidade de Brasília. "Os desafios em ciência e tecnologia são globais", disse.

SBPC

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