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ANDES-SN divulga notas sobre divisão do Movimento Docente

Publicado em 28 de Junho de 2009 Por ADURN Sindicato

A Diretoria do ANDES-SN divulgou, nesta segunda-feira (15/12), duas notas sobre as sucessivas tentativas de desmembramento do Movimento Docente por parte das atuais diretorias das seções sindicais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – ADUFRGS Seção Sindical e da Universidade Federal de Santa Catarina – APUFSC, cujos membros também estão à frente do Proifes.
Na primeira nota, divulgada na manhã desta quarta-feira, o Sindicato Nacional explica aos docentes que a entidade nacional continua apta a receber suas contribuições voluntárias. Tal esclarecimento foi novamente necessário depois que a diretoria da APUFSC divulgou, no último dia 10, um comunicado afirmando que suspenderia o repasse das contribuições dos filiados ao Sindicato Nacional.
No comunicado, a APUFSC tenta confundir os docentes, utilizando-se da suspensão do registro sindical do ANDES-SN pelo Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, em 2003, como justificativa para sua decisão, afirmando que "não há legalidade na transferência financeira da Apufsc ao Andes".
Em sua nota, a Diretoria Nacional do ANDES-SN lembra aos professores que o que estabeleceu a condição de sindicato ao ANDES-SN foi todo o processo de sua constituição, consolidado com após a promulgação da Carta Magna, em 1988. A nota lembra, ainda, que o Sindicato nasceu da vontade da categoria e que foi reconhecido administrativa e judicialmente no início dos anos 90.
A segunda nota, divulgada no início da tarde, enaltece o atuação dos filiados na assembléia geral convocada pela diretoria da ADUFRGS, que evitaram a transformação da seção sindical em sindicato municipal. A assembléia foi realizada no último dia 3.
Junto com a nota, o ANDES-SN divulgou três documentos que confirmam a tentativa de desestabilização do Movimento Docente nacional pela oposição (um relato dos fatos, assinado pelos professores José Vitório Zago e Fernando Molinos Pires Filho; a ata da assembléia geral e o relato sucinto do ocorrido, assinado pelo Comitê Docente em Defesa da ADUFRGS).

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