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Pós-graduação no Brasil tem que estar conectada às realidades locais, defendem especialistas

Publicado em 18 de Julho de 2024 Por ADURN Sindicato

Evasão de estudantes, valores de bolsas abaixo da inflação, programas que não acompanham as novas dinâmicas da sociedade e a ausência de empregabilidade são alguns dos problemas que atingem os pós-graduandos no Brasil, enfatiza o Jornal da Ciência. Para especialistas, a estruturação de um novo Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG) enfrenta diversos desafios, que podem ser respondidos com um incentivo político: a regionalização.

“Quando a gente fala de pós-graduação, nós temos a ideia de que a universidade se fecha em si mesma, ela faz um muro ao seu redor. As instituições acadêmicas não olham para o que está acontecendo do lado de fora, não mostram a realidade do País ao estudante. O pós-graduando vai passar pelo menos seis anos pensando em mestrado e doutorado, juntos, trancado no ambiente acadêmico, sem conhecer como é o ambiente empresarial da área que ele estuda e, principalmente, sem ser estimulado para isso”, afirmou o professor Esper Abrão Cavalheiro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ao Jornal da Ciência.

 

Fonte: APUFSC-Sindical

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